Brinque com seus filhos enquanto eles querem brincar com você.

Alerta importante!!!

Brinque com seu filhos enquanto eles querem brincar com você

Quando minha filha fez cinco anos, no meio de uma brincadeira inocente, ela disse que gostava mais do papai do que de mim. Perguntei:

– “Porquê? Eu sou tão legal e sempre cuido bem de você”.

Ela respondeu:

– Porque você trabalha muito e tem pouco tempo para brincar comigo.

Foi como se tivesse recebido um soco no estômago. Quase não dormi aquela noite. Fiquei horas rolando na cama, pensando que ela tinha razão. Nos últimos meses tive muito trabalho extra a fazer. Foram muitos os dias que tive que ficar até mais tarde na empresa. E quase incontáveis dias que levei trabalho para casa.

Sabe quando você está em casa, mas fica o tempo todo com o celular na mão? Então, era eu.

O celular é um vício incrível. Acho que ainda não aprendemos a lidar com ele. Tipo criança quando ganha um brinquedo novo e por um tempo só quer saber dele.

A humanidade como um todo não sabe lidar com o celular.

brinque com seus filhos

Imagine: – Quantas horas eu troquei a companhia dos meus filhos para ficar resolvendo problemas do trabalho? Ou até mesmo navegando na internet as vezes… Resolvi que tinha que mudar.

No outro dia conversei com meu chefe. Nada mais de horas extras, nada mais de responder mensagens do trabalho em casa, pelo menos das 18 as 22, que é o horário que posso estar com as crianças. Não poderiam mais contar comigo nestes horários.

Fiquei com medo de ser mandada embora, despedida, é claro. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário. Meu chefe entendeu perfeitamente e aprovou minha atitude. Disse que ele também tinha crianças pequenas e achava que deveria tentar implementar o que eu estava sugerindo na casa dele também.

Resultado: Após aquele dia, me transformei em outra mãe. Brinquei todos os minutos possíveis com meus filhos e sei que deixei uma bela lembrança para eles. E por incrível que pareça, apareceu um resultado inesperado no fim do mês.

Antes eu não reparava, porém gastava muito dinheiro em brinquedos para as crianças. Elas sempre tiveram tudo o que eu nunca tive na infância. Acho que instintivamente e sem perceber, eu usava o dinheiro para tentar compensar as horas que não estava presente. Ou seja, trabalhava muito com horas extras para ganhar dinheiro que eram gastos em brinquedos.

Hoje isso mudou completamente. Eu sou o maior brinquedo das crianças. Elas nunca mais pediram todos aqueles brinquedos que viram nos comerciais de TV. Ou seja, o meu dinheiro das horas extras não veio mais, entretanto, o dinheiro que tenho no fim do mês é o mesmo.

Incrível, não é?

Fonte: https://magicasdemae.com.br/brinque-com-seus-filhos/?fbclid=IwAR07h5uIEjxyw8zc0sXcCQqvh9gOfs9z_ypzWGRjfseY6NjsYTE7kVT6qow

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Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo, presa na poeira
Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto, flor do seu caminho
Eu apenas queria dizer
A todo mundo que me gosta
Que, hoje, eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também
E que a atitude de recomeçar
é todo dia , toda hora
é se respeitar na sua força e fé
é se olhar bem fundo até o dedão do pé
Eu apenas queria que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte das novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida.

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Letra de Eu Apenas Queria Que Você Soubesse © BMG Rights Management US, LLC
Compositor: Luiz Gonzaga Do Nascimento
Categoria Comédia
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“Elogio ao amor”

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Um lindo texto de Miguel Esteves Cardoso.
Obrigatório ler!

“Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.

Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido….Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá tudo bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.
E valê-la também.”
Miguel Vicente Esteves Cardoso é um crítico, escritor e jornalista português.
Nascimento: 25 de julho de 1955, Lisboa, Portugal

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Timidez – Cecília Meireles

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BASTA-ME um pequeno gesto,
feito de longe e de leve,
para que venhas comigo
e eu para sempre te leve…

– mas só esse eu não farei.

Uma palavra caída
das montanhas dos instantes
desmancha todos os mares
e une as terras mais distantes…

– palavra que não direi.

Para que tu me adivinhes,
entre os ventos taciturnos,
apago meus pensamentos,
ponho vestidos noturnos,

– que amargamente inventei. – Cecília Meireles, em ‘Viagem’ (1973)

Ouça aqui a interpretação de Monika Dockemdorff – Timidez (Cecília Meireles and Trenza Trio)

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O que a Bíblia diz sobre o natal?

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Informações sobre o Natal que muitas pessoas desconhecem.
O que a Bíblia diz sobre o Natal?
A resposta da Bíblia
A Bíblia não informa a data do nascimento de Jesus nem diz que devemos comemorar seu aniversário. A Cyclopedia de McClintock e Strong comenta: “A observância do Natal não foi divinamente instituída, nem se origina do NT [Novo Testamento].”
Na realidade, uma análise da história do Natal revela que essa celebração se origina de rituais religiosos pagãos. A Bíblia mostra que, se tentamos adorar a Deus de um modo que ele não aprova, nós o ofendemos. — Êxodo 32:5-7.
História de alguns costumes natalinos
Comemoração do aniversário de Jesus: “Os primeiros cristãos não celebravam [o] nascimento [de Cristo] porque consideravam a comemoração do aniversário um costume pagão.” — Enciclopédia Delta Universal.
Dia 25 de dezembro: Não existem provas de que Jesus tenha nascido nessa data. É provável que líderes da Igreja tenham escolhido essa data para coincidir com festas pagãs realizadas no solstício de inverno ou por volta dele.
Troca de presentes, banquetes e festas: A obra The Encyclopedia Americana diz: “As saturnais, festa romana celebrada em meados de dezembro, forneceram o modelo para muitos costumes festivos do Natal. Dessa celebração, por exemplo, derivam-se os banquetes suntuosos, a troca de presentes e a queima de velas.” A Encyclopædia Britannica observa que “todo trabalho e negociações eram interrompidos” durante as saturnais.
Luzes de Natal: De acordo com a The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da Religião), os europeus decoravam suas casas “com luzes e sempre-verdes de todos os tipos” para celebrar o solstício de inverno e combater espíritos maus.
Visco e azevinho: Em muitos países, essas plantas geralmente são usadas em decorações de Natal. “Os druidas atribuíam propriedades mágicas ao visco. O azevinho sempre-verde era adorado como uma promessa de que o Sol retornaria.” — The Encyclopedia Americana.
Árvore de natal: “Cultuar árvores, ato comum entre os europeus pagãos, sobreviveu à conversão deles ao cristianismo.” Um exemplo atual disso é o costume de “colocar uma árvore de natal na entrada ou dentro da casa durante as festividades em meados do inverno”. — Encyclopædia Britannica.

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Saudade é um vazio

“A saudade é o que fica daquilo que partiu, daquilo que já não é mais. 
Saudade é ausência, é o sentimento de vazio que fica daquilo que se foi.
Mas às vezes, a saudade é um vazio tão grande que ocupa muito espaço dentro do coração,
e aperta tanto o peito que acaba transbordando e escorrendo pelos olhos.

Se sentimos saudades de algo ou de alguém é porque o objeto da saudade nos trouxe felicidade,
 foi algo ou alguém que amamos.
Por isso a saudade dói. 
A saudade é a insistência da memória de manter vivo, 
presente e perto de nós o que já não temos.
A saudade faz o ponto final virar uma vírgula na vida.

Há saudades que se podem matar, 
há outras que são capazes de nos fazer morrer.
Mas a saudade é sempre uma memória de amor que não morre.”
(Mundo das Mensagens)

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“Talvez o amor”, um vídeo para quem sabe que o amar não se explica com palavras

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“Talvez o Amor

Música de John Denver

Talvez o amor seja como um local de descanso, um abrigo da tempestade
Ele existe para te oferecer conforto, Ele está lá para te manter aquecido
E naqueles tempos de dificuldade quando você está sozinho,
A lembrança do amor vai te trazer para casa

Talvez o amor seja como uma janela, Talvez uma porta aberta,
Ele te convida para chegar mais perto, Ele quer te mostrar mais
E mesmo se você perder a si mesmo e não souber o que fazer,
A lembrança do amor vai te acompanhar

O amor para alguns é como uma nuvem, Para alguns tão forte como o aço
Para alguns um modo de vida, para alguns um modo de sentir.
E alguns dizem que o amor está persistindo E alguns dizem que está desistindo
E alguns dizem que o amor é tudo E alguns dizem que não sabem…

Talvez o amor seja como o oceano, Repleto de conflito, repleto de dor
Como uma chama quando está frio lá fora, Um trovão quando chove.
Se eu viver eternamente E todos os meus sonhos tornarem-se realidade,
Minhas lembranças do amor serão sobre você…

E alguns dizem que o amor está persistindo E alguns dizem que está desistindo
E alguns dizem que o amor é tudo E alguns dizem que não sabem

Talvez o amor seja como o oceano, Repleto de conflito, repleto de dor
Como uma chama quando está frio lá fora, Um trovão quando chove.
Se eu viver eternamente E todos os meus sonhos tornarem-se realidade,
Minhas lembranças do amor serão sobre você…”

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Depois dos 40 – Fabrício Carpinejar

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Texto incrível de Fabrício Carpinejar sobre como a vida das mulheres se transforma depois dos 40 anos. São palavras muito verdadeiras, e você certamente se identificará. Aprecie!
Depois dos 40 anos, o pensamento feminino muda, desembaraça.
O sexo não é mais performance, exaustão, é fazer o que se gosta e do jeito que gosta. É aproveitar dez minutos com a intensidade de uma noite inteira, é reconhecer o rosto do próprio desejo no primeiro suspiro, é optar pela submissão por puro prazer, sem entrar na neurose da disputa ou do controle.
A mulher de 40 não diminui o ritmo da intimidade. Pode ler um livro com a intensidade de uma transa. Pode assistir um filme com a intensidade de uma transa. Pode conversar com a intensidade de uma transa. Ela não tem um momento para a sensualidade, a sensualidade é todo momento.
Tomar o café da manhã não é apenas um desjejum, tem a sua identidade, o seu ritual, um refinamento da história de seus sabores. Tomar o café da manhã com uma mulher de 40 anos é participar de sua memória, de suas escolhas.
Ela não precisa mais provar nada. Já sofreu separações, e tem consciência de que suporta o sofrimento. Já superou dissidências familiares, e tem consciência de que a oposição é provisória. Já recebeu fora, deu fora, entende que o amor é pontualidade e que não deve decidir pelo outro ou amar pelos dois.
A mulher de 40 anos, cansada das aparências, cometerá excessos perfeitos. É mais louca do que a loucura porque não se recrimina de véspera. É ainda mais sábia do que a sabedoria porque não guarda culpa para o dia seguinte.
A beleza se torna também um estado de espírito, um brilho nos olhos, o temperamento. A beleza é resultado da elegância das ideias, não somente do corpo e dos traços físicos.
Encontrou a suavidade dentro da serenidade. A suavidade que é segurança apaixonada, confiança curiosa.
O riso não é mais bobo, mas atento e misterioso, demonstrando a glória de estar inteira para acolher a alegria improvisada, longe da idealização, dentro das possibilidades.
Não existe roteiro a ser cumprido, mapa de intenções e requisitos.
Há a leveza de não explicar mais a vida. A leveza de perguntar para se descobrir diferente, em vez de questionar para confirmar expectativas.
Ser tia ou mãe, ser solteira ou casada não cria angústia. Os papéis sociais foram queimados com os rascunhos.
A mulher de 40 é a felicidade de não ter sido. É a felicidade daquilo que deixou para trás, daquilo que negou, daquilo que viu que era dispensável, daquilo que percebeu que não trazia esperança.
Seu charme vai decorrer mais da sensibilidade do que de suas roupas. O que ilumina sua pele é o amor a si, sua educação, sua expressividade ao falar.
A beleza está acrescida de caráter. Do destemor que enfrenta os problemas, da facilidade que sai da crise.
A beleza é vaidosa da linguagem, do bom humor. A beleza é vaidosa da inteligência, da gentileza.
Depois dos 40 anos não há depois, é tudo agora.
Publicado na Revista Isto É Gente

Março de 2014 p. 50
Ano 14 Número 706

 

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Apaixonar-se por alguém é facil. Manter o amor é um desafio… – Marli Watt

31 de outubro – Dia Nacional da Poesia

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“Apaixonar-se por alguém é facil. Manter o amor é um desafio…
é uma conquista diária,
é um sentimento mútuo,
é carinho, atenção, compreensão,
é briga sim, mas é reconciliação,
é cafuné para dormir, e noites quentes para acordar,
é um bom dia com a cara amassada de sono,
é aquele sorriso torto perfeito,
é andar de mãos dadas pelo simples prazer do toque,
é rir mesmo sem saber porque,
é querer estar junto a qualquer momento em qualquer lugar,
é não ter vergonha de ser bobo e fazer graça,
é abraçar do nada e sem porquê,
é pegar no colo só pra sentir o aconchego,
é sentir o cheirinho e ficar com saudade,
é amar as qualidades, os defeitos e as manias,
é reparar as estrias, celulites, banhas, ossos e afins e mesmo assim o coração ainda bater forte,
é demonstrar amor quando merece e quando não merece também,
é amar sem medidas, sem escalas,
é muito mais simples que complicado,
é apenas querer bem,
é apenas amar,
é apenas Amor.”
By Marli Watt

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O Dia Nacional da Poesia é comemorado oficialmente em 31 de outubro no Brasil.

A data foi criada em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade, um dos principais nomes da literatura brasileira.

O Dia Nacional da Poesia foi oficializado através da lei nº 13.131, de 3 de junho de 2015, por sugestão do senador Álvaro Dias do PSDB do Paraná.

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“Casa arrumada é uma casa triste” por Mario Sergio Cortella

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O site O Segredo Dodo Saber trouxe fragmentos de um vídeo, em que Mário Sérgio Cortella, filósofo e escritor que caiu no gosto popular, fala sobre como a expressão humana se manifesta também a partir do movimento e até mesmo de certa desorganização. Para isso, ele usa uma metáfora de uma casa excessivamente arrumada como um lugar sem vida.

Quem assistir ao vídeo entenderá que a fala de Cortella não é uma apologia a bagunça e sim um estímulo ao convívio, ao movimento e  a interação humana. Ele fala a respeito da alegria gerada pelo convívio e agitação das pessoas a nossa volta. E que as vezes uma casa arrumada é uma casa infeliz.

Mario Sergio Cortella, nascido em Londrina/PR em 05/03/1954, filósofo e escritor, com Mestrado e Doutorado em Educação, professor-titular da PUC-SP, na qual atuou por 35 anos.

É autor de diversos livros nas áreas de educação, filosofia, teologia e motivação e carreira.

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